O clima extremo também chega à mente

"Calor extremo, fumaça, secas e enchentes já alteram o sono, ampliam a ansiedade e corroem vínculos comunitários. Na Amazônia, cuidar da saúde mental passou a fazer parte da adaptação climática" Há uma dimensão da mudança climática que os termômetros, os satélites e as réguas...

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Saiba quais as propostas dos candidatos ao governo do Acre 2026

Veja as propostas dos candidatos ao governo do Acre em 2026 para bioeconomia, energia, desmatamento, povos indígenas e adaptação climática.

A orquídea de ouro do Rio Negro

"Rara, perfumada e adaptada às areias brancas da Amazônia,...

O que há de novo?

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

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Redação BAA
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Régia Moreira Leite
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Ronaldo Gerdes
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