A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.
No aniversário da elevação do Amazonas à categoria de província, a leitura de Márcio Souza ajuda a reconhecer uma dívida brasileira formada por memória...
Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.
O Painel da Economia Amazonense registra queda da atividade e dos serviços no fechamento do semestre, enquanto faturamento, importações, emprego e confiança industrial preservam...
“No Polo Industrial de Manaus, a IA pode antecipar falhas, reduzir desperdícios e melhorar a qualidade. O retorno, porém, depende de processos organizados, dados...
Quanto mais conectadas se tornam as fábricas, maior é a necessidade de proteger máquinas, dados, projetos e cadeias produtivas. O CIBERPOLO Amazônia coloca essa...