Mercadante e a oportunidade de financiar a inteligência da floresta

"O BNDES pode aproximar indústria, biodiversidade e formação científica na Amazônia. O financiamento ao centro de pesquisa da Novamed oferece um ponto de partida concreto para essa agenda" A passagem de Aloizio Mercadante por Manaus, para debater parcerias com os empresários locais, abre uma...

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“Depois dos ataques ao diferencial tributário e dos avanços...

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“Ao superar 1 milhão de motocicletas emplacadas em apenas...

O que há de novo?

Hidrovias amazônicas: a hora de decidir melhor

Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.

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De olho em leilão de dezembro, UCB Power se une à Jinko ESS para nacionalizar baterias

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Saiba quais as propostas dos candidatos ao governo do Acre 2026

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A orquídea de ouro do Rio Negro

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

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Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

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Carlos Gabriel Koury
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Nelson Azevedo
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Paulo Artaxo
4 Postagens0 Comentários
Paulo Roberto Haddad
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Redação BAA
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Régia Moreira Leite
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Ronaldo Gerdes
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