Em tempos de crise global, a Amazônia não é um problema a ser contido, mas uma promessa a ser cumprida. Mas essa promessa precisa de meios. De alianças. De visão. E, sobretudo, de um Brasil que esteja à altura do seu próprio território
O novo normal do CIEAM não é uma abstração: é rotina. No fim de maio, dois eventos distintos — mas profundamente conectados ao espírito da entidade — ilustram o envolvimento contínuo e estratégico do Centro da Indústria do Estado do Amazonas com as grandes questões do desenvolvimento sustentável, da transição energética e da inovação industrial na Amazônia:
Se a escuta é um ato, ela também é um reflexo de valores. Quando se escuta, revela-se mais do que curiosidade: revela-se uma escolha sobre como se deseja estar no mundo. Essa escuta, quando aplicada à natureza, nos remete a um debate que atravessa a história da ciência desde que a condição humana se deu conta de seus dois equipamentos de audição e apenas um de fala.
Este ensaio inaugura uma série de reflexões e análises que servirão de base para um estudo técnico mais aprofundado sobre os impactos e as oportunidades da inteligência artificial para a Zona Franca de Manaus. O objetivo é claro: transformar uma ameaça aparente em uma alavanca concreta de desenvolvimento sustentável, justo e inteligente.”
Em um tempo em que a bioeconomia se firma como alternativa concreta para o desenvolvimento sustentável da região, a trajetória da empresa antecipa debates contemporâneos e reafirma o valor do fazer com raízes
A semente que virou legado: 80 anos da Magistral, o Guaraná do Amazonas