Tag: Coluna Follow-Up

BIC Amazônia 50 anos, as lições da cultura e da floresta

“Há 50 anos, nossos precursores sempre encaravam como um desafio espinhoso e, ao mesmo tempo, delicioso empreender na Amazônia. Aprendemos com eles, a assimilar as lições de viver aqui, ajustar a cultura do empreendedorismo para ajudar a reduzir as acirradas diferenças entre o Norte e o Sul do Brasil, respirar a atmosfera florestal envolvente e transpirar sentimentos comprometidos com sua proteção.”

“O governo federal promete não prejudicar a ZFM”, assegura Saullo Vianna – entrevista sobre Reforma Tributária

A compreensão do programa ZFM , seus meandros e paradoxos, não é algo muito palatável de digerir. E para defendê-la, é preciso, ainda, muito debate e mais estudos. São 56 anos de resistência e insistência para sobreviver às incompreensões, desinformação e maledicências. Nessa entrevista, o deputado Saullo Vianna, marinheiro de primeira viagem no parlamento federal, mostra que, em pouco tempo, já compôs sua narrativa de luta. E o que é mais instigante, está navegando em pleno agito de uma reforma fiscal, um sonho de simplificação tributária do contribuinte brasileiro e um pesadelo para a economia da Zona Franca de Manaus. Vamos conferir a prosa.

Yanomami: quem é o responsável por mais este genocídio?

Em lugar do castigo, prêmios, os primeiros passos de entrega do açougue aos lobos famintos. Em tempo recorde, 20 mil garimpeiros já ocupavam a região sem impedimentos da ação pública. Dadas as dimensões continentais da Amazônia, a fiscalização, que é historicamente precária, sumiu. Depois de 2020, e com o esvaziamento geral provocado pela pandemia da COVID-19, os territórios indígenas Yanomami, entre outros, se transformaram em terra de ninguém.

CIEAM dá boas-vindas a jornalistas que estão em Manaus para conhecer a indústria da floresta

Para aproximar veículos de comunicação nacional da rotina produtiva que sustenta a economia do Amazonas, o CIEAM convidou um grupo de jornalistas para fazer a experiência fabril da Zona Franca de Manaus. Frequentemente, lemos reportagens, entrevistas, artigos, acompanhamos debates carregados de opiniões, análises e conclusões apressadas, que não correspondem à realidade deste acertado programa de desenvolvimento regional. Nada melhor do que ver, tocar, sentir, saborear e, assim, poder descrever com mais propriedade e objetividade. Afinal, nada mais há de esclarecedor do que uma boa interlocução. Confira o texto da acolhida a cargo do presidente do Conselho Superior do Centro da Indústria do Estado do Amazonas

As premissas e promessas do ESG na Amazônia

“No programa prioritária de Bioeconomia da Suframa, um dos avanços da ZFM para utilizar recursos das empresas do Polo Industrial de Manaus, destinados à pesquisa e inovação, tudo mudou para melhor em termos de oportunidades de empreendedorismo para os atores locais, dispostos ao desafio de combinar negócios sustentáveis atrelados à proteção da Amazônia.”

O lamento e o alento do ensaísta

A luta continua em várias frentes por tempo indeterminado e indeterminável, na defesa da Amazônia e de nossa gente, dos descalços, dos famintos e dos excluídos. Contra o desmatamento e a destruição do bioma, das águas, das populações tradicionais e dos direitos constitucionais. [...] O lamento do professor Augusto procede e nos concede identificar um alento para seguir adiante

Artigos populares

Abraciclo aposta no diálogo para recolocar a Amazônia no centro da agenda nacional

Infraestrutura aeroportuária, logística, integração regional e desenvolvimento sustentável estarão...

A próxima fronteira tecnológica da Zona Franca

O Polo Eletroeletrônico de Manaus já reúne as competências...

Eleições na Amazônia 2026: Apoio ao agronegócio compromete promessa de conservação em Mato Grosso 

Mato Grosso avança em bioeconomia e baixo carbono, mas pressão do agro desafia florestas, povos tradicionais e conservação ambiental.

O alerta Seráfico! 

Em mais um ensaio sobre Democracia, publicado em A...

José Alberto da Costa Machado e a inteligência de servir à Amazônia

Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.