Nem São Paulo. Nem Manaus. O Brasil. Porque a brasilidade, diante dos desafios do nosso tempo, deixou de ser apenas um sentimento de pertencimento"
Há momentos na...
A pergunta inevitável é simples: o que exatamente pretende a FIESP ao insistir nessa ofensiva permanente contra a economia formal da Amazônia?
Existe um momento...
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.
Defender a indústria sustentável da floresta é também defender coesão nacional, estabilidade institucional e presença brasileira sobre o próprio território
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.
Ao atacar novamente a Zona Franca de Manaus, setores da elite econômica paulista ignoram a Constituição, os serviços ambientais prestados pela floresta ao país...