IDESAM avança na construção da Nova Economia da Amazônia

Como das outras vezes, os seminários online sobre bioeconomia – nessa última sexta-feira, dia 6, sob a coordenação de Carlos Koury, diretor do Instituto – reuniram-se nomes de peso de tecnologia, inovação e bioeconomia para debater desafios e avanços de pesquisa e desenvolvimento. Vejam as contribuições de Maria Olivia Simão, UEA, Roberto Garcia, FPF-Tech, Rita Mesquita, Inpa e César Oishi, empreendedor.

Os eventos contam sempre com importantes nomes de diversos setores para firmar os passos da “Nova Economia da Amazônia”, colocando nossa bioeconomia e sua integração com a indústria 4.0, no centro do debate sobre as oportunidades de investimentos em negócios de impacto e serviços ambientais e de inovação tecnológica na região.

Com apoio do portal BrasilAmazôniaAgora, o IDESAM já promoveu importantes discussões sobre as perspectivas para o setor de inovação.

O seminário inaugural teve como ponto central a “Zona Franca de Manaus: Oportunidades para Inovação e Investimentos em Bioeconomia”, moderado pelo diretor de Novos Negócios do Idesam, Mariano Cenamo e com as participações do diretor-presidente do Grupo Bemol, Denis Minev, o coordenador de Economia Verde do Ministério da Economia, Gustavo Fontenele, e a CEO do Grupo GBR e ex-titular da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Rebecca Garcia. Confira!

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

A próxima fronteira da indústria brasileira

Verticalizar cadeias produtivas, fortalecer a indústria nacional de componentes...

O sonho, o tombo e a virtude do mundo real

"A derrota da Seleção Brasileira dói porque rompe uma...

Quando faltam dados, sobra incerteza na Amazônia

"Estamos concentrados no que não interessa, para não olharmos...

Relatório dos EUA sobre aquecimento global distorce ciência, diz pesquisador

Aquecimento global: cientistas rebatem relatório dos EUA e reforçam evidências do papel humano nas mudanças climáticas.

IA faz emissões das big techs dispararem e ameaça metas climáticas

IA eleva emissões das big techs com expansão de data centers, maior consumo de energia e uso intensivo de concreto e aço.