Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.
A articulação entre floresta, ciência e tecnologia começa a delinear uma agenda mais ampla. A Amazônia aparece como espaço de desenvolvimento de soluções e...
Pesquisa e desenvolvimento continuam sendo, como há décadas se afirma, a melhor saída. A diferença é que, agora, essa saída precisa ser construída em...
Para a Amazônia, essa é uma escolha estratégica urgente. Ou investimos no desenvolvimento de capital cerebral como vetor de soberania e inovação, ou continuaremos dependentes de modelos centrais de tecnologia e know-how, observando nossas riquezas naturais e humanas serem subutilizadas.
"Em um momento em que o Brasil discute soberania digital, inteligência artificial, semicondutores e reindustrialização verde, a UEA é credenciada pelo MCTI e simboliza...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.