O Jaraqui Graúdo, portanto, é menos um ponto de chegada e mais uma confirmação de rota. Ele nos diz, em voz alta: continuem. Continuem cruzando fronteiras, aproximando academia e empresas, integrando ciência, economia e sustentabilidade. Continuem escutando a floresta, as águas e as pessoas, com a autoridade de quem aqui respira, atua e constrói. Continuem acreditando que a universidade amazônica não é chamada a reproduzir modelos, mas a inventar caminhos.
A Agência de Inovação da Universidade do Estado do Amazonas (AGIN–UEA), sob liderança de seu diretor-executivo, Antonio Mesquita, iniciou na semana passada uma nova fase de cooperação estratégica entre universidade e indústria.
"A criação de três novas universidades estaduais no Amazonas é o primeiro passo para construir uma Amazônia inteligente, capaz de transformar conhecimento em soberania, ciência...
Sobre um Plano de Convergência Tecnológica da Amazônia: integração entre Polo Digital de Manaus, bioeconomia e inovação científica
Há um sopro de reconfiguração na Amazônia....
"Ao fortalecer os laços entre academia e setor produtivo, reafirmamos que a ciência é o coração pulsante da soberania nacional, e que a Universidade...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.