“Se uma economia nasce, ela precisa possuir ativos capazes de produzir riqueza. Na Amazônia, esses ativos vão muito além da floresta. Eles começam na...
Estudo aponta que o desmatamento impulsionado pelo cultivo de soja, gerou uma perda de R$10 bilhões em serviços ecossistêmicos nas últimas três décadas. Pesquisadores sugerem alternativas sustentáveis e questionam a viabilidade do uso da Amazônia para agricultura intensiva.
A cidade de Piracicaba foi a escolhida por Mendes para realizar o seu estudo aproximado. A pesquisa estimou que as árvores retornem cerca de R $41 milhões por ano para a cidade em serviços ecossistêmicos. “Áreas arborizadas exigem menor investimento do poder público em manutenção de vias, além dos benefícios para a saúde humana”, pondera o autor do estudo.
A Chamada Floresta+ Aceleração busca negócios e organizações de impacto socioambiental que estejam engajados na construção de soluções inovadoras que contribuam para a criação e consolidação do mercado de serviços ambientais e para outras abordagens que promovam a conservação, recuperação e o uso sustentável da vegetação nativa e para o ecossistema de impacto da região Amazônica.
Após destruição do Fundo Amazônia pelo governo Bolsonaro, governadores da região tentam captar recursos internacionais dando como garantia a preservação do bioma via mercado de carbono