Estamos formando talentos, criando laboratórios, desenhando políticas públicas e fomentando redes de pesquisa e empreendedorismo. Com a nanotecnologia, transformamos fibras da floresta em materiais biodegradáveis de alta resistência. Com a biotecnologia, replicamos compostos bioativos em escala industrial.
Prof. Dr. Antônio Mesquita – Diretor Executivo da AGIN – Agência de Inovação da UEA
O futuro da transição energética na Amazônia é um futuro de parcerias, de escuta ativa das comunidades e de uso estratégico da tecnologia. A floresta em pé pode – e deve – ser também uma fonte de energia limpa e de prosperidade para o Brasil. O ESG não pode ser apenas um discurso: ele precisa iluminar caminhos, literalmente.
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) vem se consolidando como referência nacional em governança pública e como articuladora de um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia Ocidental. Em entrevista ao portal Brasil Amazônia Agora, o superintendente Bosco Saraiva detalha os avanços em áreas estratégicas como ESG, bioeconomia, infraestrutura, interiorização da economia e modernização industrial.
As iniciativas conjuntas entre a Suframa e o CIEAM se apresentam como um esforço coordenado para consolidar um modelo econômico que respeite as características únicas da Amazônia. A convergência entre governança, inovação, bioeconomia e sustentabilidade representa um novo capítulo na história da Zona Franca de Manaus, apontando para um futuro onde crescimento econômico e preservação ambiental caminham lado a lado.
A tecnologia e o conhecimento agronômico agora permitem um novo ciclo produtivo, que pode impulsionar a bioeconomia regional, gerar empregos e fortalecer a indústria nacional. Com a Amazônia novamente no centro desse movimento, o país tem a chance de transformar o que foi um drama histórico em um futuro promissor para a economia e o desenvolvimento sustentável.
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