O alerta de Vanessa Pinsky, traduzido aqui em formato de entrevista para o portal BrasilAmazoniaAgora, é uma provocação para que o Brasil compreenda que a Amazônia não é uma “questão ambiental”, mas uma oportunidade geopolítica, científica e econômica. E que a bioeconomia não se fará sem vontade política, investimento público e privado e protagonismo dos povos da floresta.
O projeto de capacitação voltada aos ribeirinhos garante que os lucros das vendas dos calçados de látex retornem diretamente aos produtores locais, promovendo inclusão socioeconômica e incentivando o uso sustentável dos recursos da floresta.
O objetivo do programa é fomentar soluções sustentáveis da bioeconomia na Amazônia que utilizem de forma criativa e produtiva a biodiversidade, gerem renda local e promovam inclusão produtiva.
Jadiça Iris Alves roduz velas, porta joias, brincos, ímã de geladeiras, dentre outros produtos, a partir de cera de abelha obtida de cooperativa do estado.
"É preciso que a bioeconomia encontre a tecnologia e transite da teoria para a prática. Fora disso, o bioeconomia potencial se perde, tornando-se apenas...
Se a primeira fase do PPBio foi um experimento ousado — e bem-sucedido — de articulação entre setor público, privado e organizações da sociedade civil, a nova etapa representa um passo de maturidade. Não se trata mais de provar que é possível fazer bioeconomia com responsabilidade. Trata-se de acelerar, ampliar e aprofundar.