Estamos, assistindo ao surgimento de uma economia que pensa como a floresta: integrada, complexa, resiliente. Do açaí à borracha, da fibra à plataforma digital, da pesquisa científica ao investidor global, a floresta em pé se converte em sistema produtivo e modelo de futuro. Um ecossistema de atores que mostra a Amazônia não apenas pelo que se conserva, mas pelo que se constrói a partir do respeito à sua lógica viva.
Embora cerca de 90% das cooperativas e associações envolvidas nesse modelo adotem práticas de produção sustentável, apenas 10% conseguem acesso a crédito ou financiamento, evidenciando uma lacuna crítica no apoio financeiro à sociobioeconomia brasileira.
A produção da rapadura de cacau, antes caseira, evoluiu para uma fábrica artesanal que também produz chocolates veganos, compotas e gelatos sem glúten ou lactose, todos pensados com atenção à inclusão alimentar e à sustentabilidade.
"Com olhar estratégico e compromisso com o propósito amazônico, Vania Thaumaturgo, à frente do Polo Digital de Manaus e atuante no coletivo Jaraqui Valley,...
As novas bandejas feitas com resíduos de mandioca se destacam por sua rápida degradação: levam apenas um mês para desaparecer completamente na natureza
Por meio do chocolate da Amazônia produzido de forma sustentável, a startup pretende impulsionar o debate socioambiental, aumentar a visibilidade das comunidades locais e promover o desenvolvimento sustentável na região.