A Amazônia não pode continuar sendo tratado como exceção ou passivo. Ao contrário: a floresta em pé, a ciência aplicada, a industrialização limpa e o conhecimento dos povos amazônicos devem ser reconhecidos como ativos centrais do novo ciclo de desenvolvimento nacional.
A crise fiscal não é apenas contábil — é uma crise de prioridades políticas e de governança territorial. Em vez de sufocar a União com vinculações, indexações e gastos automáticos, é necessário empoderar as regiões que têm potencial para crescer com sustentabilidade. A Amazônia é uma delas. E talvez a mais importante.
O projeto de capacitação voltada aos ribeirinhos garante que os lucros das vendas dos calçados de látex retornem diretamente aos produtores locais, promovendo inclusão socioeconômica e incentivando o uso sustentável dos recursos da floresta.
O objetivo do programa é fomentar soluções sustentáveis da bioeconomia na Amazônia que utilizem de forma criativa e produtiva a biodiversidade, gerem renda local e promovam inclusão produtiva.
Jadiça Iris Alves roduz velas, porta joias, brincos, ímã de geladeiras, dentre outros produtos, a partir de cera de abelha obtida de cooperativa do estado.
Bolsas, tijolos, detergente...as inovações sustentáveis ligadas à reciclagem e à bioeconomia surgem como aliadas fundamentais para transformar o modo como produzimos, consumimos e convivemos com os recursos naturais.