Se a primeira fase do PPBio foi um experimento ousado — e bem-sucedido — de articulação entre setor público, privado e organizações da sociedade civil, a nova etapa representa um passo de maturidade. Não se trata mais de provar que é possível fazer bioeconomia com responsabilidade. Trata-se de acelerar, ampliar e aprofundar.
Além de reduzir a poluição plástica, a fabricação das bioembalagens nas próprias comunidades aumenta a geração de renda local e ajuda a conservar a Amazônia.
Originário da região amazônica, o fruto tem ganhado reconhecimento global como a sétima melhor fruta no mundo, destacando-se por seu sabor marcante, alto valor nutricional e versatilidade gastronômica.
A inovação reduz cerca de 90% dos custos em relação a inventários florestais tradicionais, ao mesmo tempo em que aumenta a precisão e a eficiência do mapeamento da Amazônia e monitoramento ambiental.
Ao ser expelida, a gosma atua inicialmente como um líquido pegajoso, mas se transforma rapidamente em um plástico biodegradável rígido e fibroso, com características semelhantes ao nylon, um polímero sintético conhecido por sua alta resistência.