A exposição sobre povos da Amazônia em Paris apresenta o cotidiano e as lutas de grupos como os seringueiros de Xapuri, os indígenas Sateré-Mawé, os catadores de açaí e os quebradores de coco babaçu.
Professora da Unifap no campus Oiapoque explora em tese e e-book as práticas de cura popular entre mulheres da região, com ênfase especial na tradição de curandeiras presente em sua própria ancestralidade.
"Aos leitores e parceiros do Brasil Amazônia Agora, oferecemos este documento como bússola e compromisso. A Amazônia fala por meio destas palavras — e convida governos,...
O Pará, estado que sediará a COP30 em novembro, lidera a lista com o maior número de cidades entre as dez primeiras com pior qualidade de vida, totalizando sete; é lá onde vive o povo indígena Munduruku, que vive sob ameaça de garimpeiros na Amazônia Legal.
O prêmio reconhece iniciativas de base comunitária, práticas sustentáveis e estratégias da ciência indígena que aliam conhecimento tradicional, manejo do território, agroecologia, monitoramento ambiental, cura e espiritualidade.