O Pará, estado que sediará a COP30 em novembro, lidera a lista com o maior número de cidades entre as dez primeiras com pior qualidade de vida, totalizando sete; é lá onde vive o povo indígena Munduruku, que vive sob ameaça de garimpeiros na Amazônia Legal.
O prêmio reconhece iniciativas de base comunitária, práticas sustentáveis e estratégias da ciência indígena que aliam conhecimento tradicional, manejo do território, agroecologia, monitoramento ambiental, cura e espiritualidade.
Números de um levantamento do Idesam revelam que há desafios importantes para territórios coletivos gerarem créditos de carbono e também se beneficiarem dos recursos.
Apesar da duração estimada de três meses, lideranças indígenas já expressaram o desejo de que a ação se torne permanente, dada a recorrência e a gravidade das invasões por garimpeiros, grileiros e madeireiros.