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Mudanças climáticas podem reduzir qualidade nutricional da soja, diz estudo

Mudanças climáticas podem aumentar a produção de soja, mas reduzir proteína e amido, afetando a qualidade nutricional do grão.

Desmatamento na Mata Atlântica recua 40% e atinge menor marca histórica

Desmatamento na Mata Atlântica cai ao menor nível em 40 anos, mas perdas seguem concentradas em cinco estados e ainda pressionam o bioma.

Eleições na Amazônia 2026: O saldo ambiental ambíguo no Amazonas

Wilson Lima deixa saldo ambíguo no Amazonas. Apesar do avanço da bioeconomia, o mandato foi marcado por conflitos socioambientais.

PNL 2050: A bússola quebrada de um país sem Norte – Entrevista com Augusto Rocha – Parte I

“Por duas décadas, o professor da UFAM Augusto Rocha acompanhou, quase em silêncio, os bastidores da construção do Plano Nacional de Logística (PNL 2050)....

Um Papa para a Amazônia: espiritualidade, justiça social e economia do futuro

A eleição do novo Papa Leão XIV, nome adotado pelo norte-americano Robert Prevost — naturalizado peruano e membro da ordem de Santo Agostinho — não é apenas um fato relevante para o mundo católico. É também um evento simbólico de forte repercussão geopolítica, ética e ambiental, especialmente para os que vivem, empreendem e lutam por um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia.

Manaus e o desafio de recompor seus igarapés, suas árvores e identidade

“É preciso transformar indignação em plano, boa vontade em política pública, e a cidade concreta em floresta viva. Que o coração da Amazônia volte...

O Constrangimento das Políticas Públicas no Amazonas: A urgência de uma bioeconomia sem vergonha

A vergonha, portanto, não repousa sobre a bioeconomia que ainda engatinha. Ela recai sobre os que, dispondo dos meios, vacilam em mudar o destino de uma das regiões mais estratégicas do planeta. Ainda há tempo. Mas, como aprendemos com o ritmo lento dos rios e o furor imprevisível das cheias, o tempo amazônico é paciente, mas tem limites. Como diz Rocha, “…só poderemos transcender o pessimismo sobre a Amazônia quando começarmos a perceber um uso responsável de seus recursos e um encolhimento da fome e da pobreza no seu interior profundo.” Afinal, ninguém pode adiar direitos e benefícios para sempre.

Manaus: a capital da floresta sem árvores

Manaus, a metrópole encravada na maior floresta tropical do mundo, vive um paradoxo climático e civilizatório: é uma cidade sem árvores. Não que faltem espécies — ao contrário, a Amazônia abriga mais de 16 mil tipos diferentes de árvores, catalogadas ao longo de décadas por pesquisadores do INPA, cuja coleção botânica é uma das maiores do país. O que falta é decisão política, visão urbanística e sensibilidade cultural para traduzir essa riqueza em infraestrutura verde.

Descarbonizar é preciso? Sim, mas mitigar o carbono é mais urgente e coerente

“A descarbonização, enquanto meta simbólica, pode ser útil. Mas, se não for acompanhada de precisão técnica e consciência ecológica, corre o risco de gerar...

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