Clima extremo marca primeiros meses de 2022 na África

​​Cada vez mais pessoas viajam à cidade de Baidoa a partir das zonas rurais do sul da Somália, uma das áreas mais afetadas pela seca que afeta a região do Chifre da África, informa o UOL. Segundo o Programa Mundial de Alimentos da ONU, quase 13 milhões de pessoas, em sua maioria trabalhadores rurais, passam fome na região. Os desesperados pela fome e a sede geradas pela seca somam 5,7 milhões na Etiópia, 2,8 milhões no Quênia e 4,3 milhões na Somália, um quarto da população deste país.

O gado – meio de subsistência básico nessa região – está morrendo em grande escala. Só no Quênia morreram ao menos 1,4 milhão de cabeças de gado, de acordo com a Autoridade Nacional de Gestão da Seca (NDMA), informa outra matéria do UOL.

Enquanto isso, ventos de até 135 quilômetros por hora atingiram Madagascar quando o ciclone Emnati atingiu o solo, tornando-se a quarta grande tempestade a atingir a ilha do Oceano Índico em um mês, informam a AP News e a Reuters.

Assim como a seca no Chifre da África, os ciclones sublinham mais uma vez a maneira pela qual as mudanças climáticas podem estar afetando os padrões climáticos e colocando vidas em risco em lugares vulneráveis ​​como Madagascar, comenta outra matéria da AP News.

Fonte: ClimaInfo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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