A técnica envolve a interação entre microrganismos, plantas e o solo, permitindo que o reflorestamento se torne mais eficaz diante da crise hídrica e instabilidade climática.
As dragoeiras de Socotra não são apenas um ícone paisagístico: sua seiva, conhecida como sangue de dragão é utilizada há séculos para fins medicinais, cosméticos e até artísticos, o que adiciona valor cultural e econômico à espécie
Essa ausência de compromisso destaca o lento progresso global em relação às metas acordadas, especialmente no que se refere à preservação da biodiversidade e...
Ao menos 78 pessoas morreram em Petrópolis após chuvas extremas caírem no município nesta 3ª feira (15/2). Há 35 desaparecidos e dezenas de desabrigados....
O Valor Econômico ouviu projeções de instituições financeiras como BNP Paribas, Barclays, Itaú, Banco Fibra, Rabobank e FGV Ibre. As projeções divergem ligeiramente, mas são unânimes...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.