"A Economia brasileira ainda avança timidamente no uso de instrumentos econômicos para políticas ambientais, mantendo forte dependência de mecanismos regulatórios em comparação aos países...
Os alertas deixaram o campo das projeções e entraram no tempo presente, pressionando ciência, economia e geopolítica a operar em um regime de urgência climática.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.