Enquanto a Amazônia real respira à base de suor, inovação e resistência, a elite fiscal do asfalto — empoleirada em gabinetes climatizados e colunas de opinião no eixo Sul-Sudeste — lança seus veredictos sobre a Zona Franca de Manaus sem jamais pisar no chão da floresta ou no asfalto quente do Distrito Industrial.
De um lado, o Polo Industrial de Manaus arrecada mais de R$ 13 bilhões por ano em tributos federais, estaduais e contribuições setoriais, posicionando o Amazonas entre os maiores contribuintes líquidos da Receita Federal no país. De outro, assistimos à ausência de planejamento estruturado, transparência e compromissos vinculantes com o uso desses recursos.
”Revisar a distribuição de renda no Brasil é revisar o pacto nacional de desenvolvimento. O fortalecimento da renda das famílias brasileiras é combustível direto...
"O Brasil vive uma encruzilhada republicana e precisa de deputados e senadores que não disputem apenas fatias do orçamento, mas reformem as engrenagens que condenam...
A Zona Franca de Manaus é um projeto nacional que resiste, há décadas, ao abandono da infraestrutura, à instabilidade tributária e às visões simplistas sobre o desenvolvimento regional. Quem quiser conhecer de perto nossa realidade, será bem-vindo. Venha ver com os próprios olhos. Venha ouvir as vozes que constroem – com dignidade, ciência e esperança – uma economia que respeita o Brasil profundo e suas florestas vivas.