O que está em jogo não é apenas uma tarifa de 10% ou uma sobretaxa de 40% — e sim o futuro de setores produtivos inteiros, com destaque para a Zona Franca de Manaus. Os Estados Unidos têm sinalizado que não querem mais depender de cadeias globais em setores considerados “sensíveis”, como tecnologia, energia e defesa. E qualquer país que esteja no meio do caminho dessa reindustrialização americana corre o risco de ser atropelado pelo trator da segurança nacional.
Nos Fóruns ESG, a Amazônia foi convocada — e respondeu. Agora, é hora de consolidar essa resposta como legado: para a COP30, para o Brasil, para o mundo. O CIEAM seguirá mobilizando sua base industrial, suas comissões temáticas e suas redes de colaboração para que o pacto ZFM + ESG se consolide como o pilar estratégico da nova economia amazônica, enraizada na floresta e orientada para o futuro. E ninguém pode ficar de fora dessa jornada.
“Conhecer, cuidar, amar.” A máxima que rege relações humanas também deve nortear os vínculos institucionais. Só se defende aquilo que se compreende. E só...