Iniciativa busca projetos que fortaleçam municípios costeiros e áreas impactadas por enchentes e deslizamentos, desenvolvendo a resiliência climática do estado.
Cálculos estimam enormes perdas econômicas em decorrência do desastre no Rio Grande do Sul, e evidenciam a necessidade de revisões na legislação ambiental para prevenir futuros desastres.
Ao todo foram gastos mais de R$62 bilhões de reais pelo governo federal na reconstrução do Rio Grande do Sul até agora. Mas para onde foram esses gastos? Uma ferramenta de transparência foi lançada para ajudar a população a entender para onde foi cada dinheiro.
Em uma demonstração de solidariedade e união, a campanha do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) arrecadou 11,8 toneladas de donativos para auxiliar as...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.