A análise reforça a importância das terras indígenas para a conservação ambiental e defende a aceleração dos processos de demarcação como estratégia para recuperação de áreas degradadas.
Diante das projeções que indicam a perda de até 11 milhões de hectares de terras agricultáveis no Brasil nos próximos anos, a região Sul, onde predomina o bioma Pampa, será a mais impactada, segundo pesquisadores.
Na regra atual, maioria dos biomas brasileiros estão quase totalmente desprotegidos com os critérios florestais da FAO. Povos originários como indígenas e quilombolas pressionam parlamento europeu em busca de proteção.
Controlar o uso do fogo, consolidar e ampliar áreas protegidas e corredores ecológicos em terras públicas e privadas ajudarão a perpetuar a espécie
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A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.