O objetivo do programa é fomentar soluções sustentáveis da bioeconomia na Amazônia que utilizem de forma criativa e produtiva a biodiversidade, gerem renda local e promovam inclusão produtiva.
Jadiça Iris Alves roduz velas, porta joias, brincos, ímã de geladeiras, dentre outros produtos, a partir de cera de abelha obtida de cooperativa do estado.
Além de apresentarem níveis de carboidratos e umidade similares aos das frutas convencionais, os frutos do Cerrado destacam-se pelo alto teor de proteínas.
O valor estimado da preservação dos recifes de corais no litoral nordestino brasileiro já é de R$160 milhões; sua presença funciona como barreira natural contra inundações, ressacas e furacões.
O Pará, estado que sediará a COP30 em novembro, lidera a lista com o maior número de cidades entre as dez primeiras com pior qualidade de vida, totalizando sete; é lá onde vive o povo indígena Munduruku, que vive sob ameaça de garimpeiros na Amazônia Legal.
Além de reduzir a poluição plástica, a fabricação das bioembalagens nas próprias comunidades aumenta a geração de renda local e ajuda a conservar a Amazônia.