Por meio do chocolate da Amazônia produzido de forma sustentável, a startup pretende impulsionar o debate socioambiental, aumentar a visibilidade das comunidades locais e promover o desenvolvimento sustentável na região.
Essa prática tradicional permite a produção da erva-mate, utilizada para chimarrão, tererê e mate, de forma integrada e harmoniosa com outras espécies florestais, frutíferas e medicinais da região.
O ecoturismo comunitário se consolidou como uma nova alternativa de renda local e também como um símbolo de resistência e reinvenção na Amazônia paraense.
Os setores de construção e meio ambiente respondem por cerca de 37% das emissões globais de gases de efeito estufa; o cimento sustentável busca reduzir esses níveis.
O projeto de capacitação voltada aos ribeirinhos garante que os lucros das vendas dos calçados de látex retornem diretamente aos produtores locais, promovendo inclusão socioeconômica e incentivando o uso sustentável dos recursos da floresta.
Mesmo no cenário mais conservador, cada estado da região da Amazônia Legal poderia arrecadar cerca de 1,4 bilhão de dólares por ano em créditos de carbono.