Estudo recente acende alerta para o Dia da Biodiversidade sobre o impacto profundo do aquecimento global, alterações nos regimes de chuva, acidificação dos oceanos e eventos climáticos extremos na fauna global - incluindo a Amazônia.
As queimadas devastaram cinco vezes mais floresta tropical primária em 2024 do que no ano anterior, agravando a crise climática e a perda de biodiversidade.
O relatório também revela a magnitude do desmatamento no Brasil em termos temporais: em 2024, a média de área desmatada por dia foi de 3.403 hectares, o que equivale a 141,8 hectares por hora.
O estudo observou que a presença de gado próximo de áreas de cobertura vegetal eleva os casos de leishmaniose cutânea ao aproximar vetores dos ambientes humanos.
Apesar da duração estimada de três meses, lideranças indígenas já expressaram o desejo de que a ação se torne permanente, dada a recorrência e a gravidade das invasões por garimpeiros, grileiros e madeireiros.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.