O dado gera alerta pois a estiagem, típica dos próximos meses, costuma coincidir com a temporada de queimadas, quando áreas já desmatadas são incendiadas para limpeza e uso do solo, o que dificulta o controle do fogo e pode aumentar ainda mais o desmatamento da Amazônia.
Agricultores e comunidades indígenas da Amazônia peruana passaram a adotar práticas como manejo integrado do solo, uso de fertilizantes orgânicos, proteção de nascentes, restauração florestal, dentre outros.
Embora o abate aéreo seja uma prática comum no controle de espécies invasoras como veados e porcos, essa foi a primeira vez que animais selvagens, como coalas, foram abatidos por razões de bem-estar.
Segundo especialistas, o crescimento do desmatamento na Amazônia em 2025 é um sinal de alerta, pois ainda não enfrentamos o pior período de devastação, durante os meses mais secos.
"Se Lucas Di Grassi quiser discutir seriamente soluções industriais e logísticas, será bem-vindo. Mas que venha munido de dados, e não de adjetivos vazios....
A fiscalização ambiental no Arco do Desmatamento impacta não apenas na proteção da floresta, mas também na desarticulação de atividades ilegais que vinham operando na região.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.