"'Bioeconomia para quem?' é um convite à ação, a disseminação e ao debate em ambiente comunitário, e até escolar e universitário, na busca de transformar o conhecimento científico em políticas públicas e ações práticas. A bioeconomia, pois, pode ser uma ferramenta poderosa para promover a vida e combater a violência, integrando esforços de diversas áreas do conhecimento e promovendo uma nova era de desenvolvimento sustentável para a Amazônia."
“Momento seguinte começam em Manaus e em São Paulo os Workshops sobre Bioeconomia, sob a batuta de Adalberto Val, Jacques Marcovitch, Vanessa Pinsky, com foco nas Cadeias de Valor do Açaí, Cacau, Pirarucu e da Meliponicultura na Amazônia Brasileira. INPA, USP, UEA, UFAM, UFPA e muitos outros institutos e pesquisadores convidados. Daí, em junho de 2024, foi lançada a emblemática questão que irá ressoar por toda a Amazônia. BIOECONOMIA PARA QUEM?”
"A recuperação da BR-319, mais do que um projeto governamental, é uma demanda histórica da sociedade e uma oportunidade do tecido social nativo demonstrar sua responsabilidade ambiental [..] É imperativo priorizar a geração de empregos no interior, fortalecer as cooperativas, as iniciativas da bioeconomia não predatória. Fortalecer e o compromisso com a proteção florestal, garantindo que o desenvolvimento econômico ande de mãos dadas com a sustentabilidade ambiental."
“A recuperação da BR-319 não é apenas uma questão de desmatamento ou proteção ambiental. É uma escolha brasileira que deve ser feita com premissas claras, estratégias bem definidas e resultados mensuráveis[...] Com um trabalho coletivo e a visão de um futuro próspero, a estrada pode finalmente cumprir seu propósito original, conectando regiões e promovendo o desenvolvimento econômico e social, sempre em harmonia com a preservação ambiental. Será dessa vez? A resposta depende de nós, brasileiros, e da nossa capacidade de trabalhar juntos em prol de um futuro melhor para todos”.
“É urgente que tanto as instituições públicas quanto as privadas, entidades de classe, desempenhem um papel ativo na proteção do meio ambiente. Programas de educação ambiental, incentivos para práticas agrícolas sustentáveis e investimentos em tecnologias verdes são algumas das iniciativas que podem ser adotadas desde já para resguardar as pessoas e proteger a floresta.”
“É imperativo que as empresas, reguladores e investidores trabalhem juntos para criar um sistema onde a sustentabilidade seja uma prioridade real, baseada em dados concretos e verificáveis. Apenas assim poderemos enfrentar os desafios ambientais e sociais de nosso tempo e construir um futuro mais justo e sustentável para todos aqueles alcançados pelos benefícios da Zona Franca de Manaus, na Indústria da Floresta”.