Autoridade Climática implica em visão integrada e dinâmica para habilitar-se como um grande movimento, na construção da chave para um futuro ao mesmo tempo sustentável e em evolução. Afinal, como nos ensina a *physis*, todos os elementos estão interligados, e as mudanças de qualquer uma das instâncias, afetam diretamente o destino, a redenção ou a involução de todos.
Esse compromisso é uma resposta direta à carta entregue pelas entidades industriais do Amazonas, CIEAM e FIEAM, que pedem maior atenção do governo federal ao asfaltamento da rodovia BR-319 e ao desenvolvimento de um Plano Amazonense de Logística e Transportes (PALT), essencial para a superação dos desafios econômicos e ambientais da região.
“A ideia da festa não virou fumaça, e as águas vão voltar a rolar. Contra toda a desesperança, e acima de tudo, reflitamos sobre o papel de cada um de nós na construção de uma Amazônia que seja sinônimo de vida, sustentabilidade prosperidade solidária, que não deixa ninguém de fora do mutirão, nem abre mão do protagonismo em comum.”
O manifesto lançado neste 28 de agosto, por mais de 50 lideranças empresariais de algumas das maiores companhias do país, destaca a necessidade urgente de uma coalizão nacional. Este é um esforço que deve envolver o empresariado, os Três Poderes e toda a sociedade civil. A crise climática não pode ser combatida de forma isolada; ela exige uma mobilização coletiva, onde todos os setores se unam em defesa do meio ambiente, da economia e do bem-estar da população.
As iniciativas da Embrapa, do INPA e casos de sucesso como o da Fazenda Aruanã, são o início de uma nova era de negócios sustentáveis, centrada na ação imediata para proteger o planeta e garantir um futuro próspero e inclusivo
Amazônia, urgência e oportunidade na recuperação da floresta destruída
A revisão contínua das nossas ações, por meio de um planejamento estratégico robusto, assegura que o CIEAM esteja sempre preparado para enfrentar os desafios atuais e futuros. Nossa presença constante em Brasília, dialogando com a bancada e o governo federal, tem sido vital para a defesa dos interesses das indústrias da Zona Franca de Manaus, reforçando o nosso compromisso com o desenvolvimento econômico da região