"61 municípios do interior do Amazonas poderão ter como base a Economia Regenerativa, com a atuação em conjunto das universidades e institutos de pesquisa...
As temperaturas projetadas para os próximos anos podem dificultar a regulação térmica corporal do lagarto monstro-de-gila, afetando seu comportamento, alimentação e reprodução.
O alerta de Vanessa Pinsky, traduzido aqui em formato de entrevista para o portal BrasilAmazoniaAgora, é uma provocação para que o Brasil compreenda que a Amazônia não é uma “questão ambiental”, mas uma oportunidade geopolítica, científica e econômica. E que a bioeconomia não se fará sem vontade política, investimento público e privado e protagonismo dos povos da floresta.
Apesar do avanço positivo nas populações de tartarugas marinhas, o estudo também reforça a necessidade de continuidade e ampliação dos esforços de conservação.