"Em um cenário de concessões que elevam o “custo Amazônia”, a defesa de não privatizar os rios torna-se urgente, especialmente quando o PIB amazonense...
É hora de ampliar esse modelo, de combater sem trégua a economia da depredação e de valorizar a economia da floresta. O Brasil precisa assumir, diante do mundo, que defender a Amazônia é defender o agronegócio sustentável, a segurança energética e a própria soberania nacional.