Dragagem no Amazonas: investimento milionário ou desperdício anunciado?

"Não temos soluções para a economia real ou para a logística da indústria amazonense. É oportuno começarmos a enfrentar o assunto de frente" Há seca na Amazônia. Há redução no nível dos rios. É quase certo que haverá transbordo de contêineres próximo à Itacoatiara,...

Acontecendo agora:

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“Em quatro anos, os afastamentos por esgotamento profissional cresceram...

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"Depois que um ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic...

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"O BNDES pode aproximar indústria, biodiversidade e formação científica...

O que há de novo?

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Hidrovias amazônicas: a hora de decidir melhor

Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.

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A orquídea de ouro do Rio Negro

"Rara, perfumada e adaptada às areias brancas da Amazônia,...

O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

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Carlos Gabriel Koury
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Redação BAA
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Régia Moreira Leite
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