Com o retorno da produção de borracha seguindo padrões sustentáveis, os Rikbaktsa pretendem que os territórios indígenas voltem a fornecer a matéria-prima à empresa francesa Michelin, que realiza compras de borracha na Amazônia.
Segundo lideranças envolvidas no evento, a participação ativa dos povos indígenas nas discussões climáticas e a valorização de seu protagonismo nos discursos e decisões é essencial para o sucesso da COP30.
A análise reforça a importância das terras indígenas para a conservação ambiental e defende a aceleração dos processos de demarcação como estratégia para recuperação de áreas degradadas.
Os moradores cultivam mudas de árvores nativas nas agroflorestas, como andiroba e castanheira, garantindo fonte de renda sustentável e fortalecendo tanto a preservação ambiental, quanto a autonomia indígena.