Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
Num país que a desinformação de alguns setores insiste em confundir renúncia com investimento, a Amazônia segue pagando a conta do preconceito fiscal travestido de um power-point caduco.
Em tempos de transição energética, crise climática e disputas globais por recursos, e às vésperas da COP30 a ser realizada na Amazônia, a Zona Franca de Manaus continua sendo a política pública mais coerente e bem-sucedida de desenvolvimento sustentável do Brasil.
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam