Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
Quando uma manchete vira meme fiscal, o dado se transforma em arma ideológica. É o que volta a acontecer com a recente coluna “COP em Belém e bilhões para ar-condicionado em Manaus” — mais um capítulo da longa tradição de desinformação que criminaliza a Amazônia e seus instrumentos legítimos de desenvolvimento.
"A empresa lança o projeto social Mulheres Sakura, voltado ao desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres residentes em Manaus"
Iniciativa integra as comemorações pelos 50...
"O futuro da Amazônia, do Brasil e do mundo depende de investimentos consistentes em inovação da Amazônia e sustentabilidade. Este evento é parte viva da construção...
"Sim, há desafios. Mas é na superação deles que se revela a resiliência amazônica — viva, produtiva e comprometida com o desenvolvimento sustentável"
Em um...
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam