Se Marx estava certo ao dizer que a história se repete como tragédia e depois como farsa, estamos diante do segundo ato desse drama econômico. A diferença é que, desta vez, a plateia já conhece o roteiro Trump e pode antever as consequências. Resta saber se os setores mais afetados — no Brasil e no mundo — reagirão a tempo ou se assistirão, passivamente, a mais uma reedição do protecionismo fracassado
Uma integração efetiva entre a Amazônia e o restante do Brasil, fundamentada em estratégias industriais, econômicas, científicas, tecnológicas, culturais e ambientais, tem o potencial de gerar benefícios significativos para todo o país. É crucial que esse desenvolvimento seja sustentável e que fortaleça a identidade nacional, promovendo uma visão de brasilidade que reconhece e valoriza a diversidade e o potencial de todas as suas regiões
A integração da Zona Franca de Manaus precisa ser ampliada e profissionalizada, utilizando argumentos sólidos para mostrar que o modelo não é um fardo fiscal, mas sim um ativo estratégico para a economia, a tecnologia e a cultura do Brasil. O grande desafio, portanto, não é apenas manter a Zona Franca funcionando, mas garantir que ela seja parte essencial do sumário da política industrial, econômica, científica e cultural do país no século XXI.
A formação qualificada desde os primeiros ciclos escolares é a chave para despertar o conhecimento das potencialidades da Amazônia e, mais do que isso, fomentar a ambição pela prosperidade. Sem um projeto educacional robusto, que prepare as futuras gerações para inovar, empreender e ocupar espaços estratégicos, qualquer avanço será paliativo.
E essa transformação só será viável se for sustentada pela educação. A formação qualificada desde os primeiros ciclos escolares é a chave para despertar o conhecimento das potencialidades da Amazônia e, mais do que isso, fomentar a ambição pela prosperidade. Sem um projeto educacional robusto, que prepare as futuras gerações para inovar, empreender e ocupar espaços estratégicos, qualquer avanço será paliativo.
A agenda ESG é mais do que um conjunto de normas. Ela é um compromisso ético e estratégico com a construção de um mundo mais equilibrado e resiliente. Retirá-la do centro das políticas públicas e corporativas é um risco que nenhuma nação, empresa ou sociedade pode se dar ao luxo de assumir.