Coluna Follow-Up

O século da Amazônia começou silenciosamente

Enquanto o debate público ainda se concentra nas velhas...

Festival de Parintins 2026: Boi Caprichoso é campeão da 59ª edição

O Festival de Parintins 2026 consagrou o Boi Caprichoso como campeão da 59ª edição após três noites de apresentações no Bumbódromo.

Onda de calor na Europa causa 1.300 mortes e deixa países em alerta

Onda de calor na Europa é ligada a cúpula de calor e crise climática, com alerta da OMS para mortes em excesso e risco à saúde.

Ecossistemas que transformam: a ANPROTEC e o novo ciclo tecnológico da Amazônia 

"Uma Amazônia que deixa de participar apenas dos debates...

Os dois Brasis na planilha

Esse é o ponto central desta reflexão sobre o Norte que não pode continuar sendo tratado como infraestrutura do Brasil sem ser tratado como Brasil. Quando o país usa o Norte como corredor, ele o chama de estratégico. Quando o Norte exige integração, o país o chama de problema. Essa é a agonia do paradoxo

Subsídios a partir de Belém para celebrar o novo ano

Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam

BR-319: Agora o que falta não é documento. É decisão

Se o país aceitar esse desafio, a BR-319 pode se tornar um laboratório de governança climática e social para o século XXI: uma rodovia vigiada por satélites, protegida por UCs, guardada pela fiscalização, estruturada pela regularização fundiária e animada por economias sustentáveis. Se continuar negando a si mesmo aquilo que já desenhou em norma, relatório e condicionante, o Brasil estará confessando outra coisa: que ainda não decidiu levar a sério nem a Amazônia, nem a própria República.

O PIM paga pouco ou estamos mirando no alvo errado?

Se quisermos uma Manaus em que floresta em pé, indústria viva e povo de pé sejam partes do mesmo projeto, teremos de mudar a pergunta. Menos “quanto paga o PIM?” e mais “o que o poder público faz com tudo o que o PIM já paga, direta e indiretamente?”. Menos slogan, mais rastreamento de orçamento. Menos bode expiatório, mais pacto de responsabilidade.

A vocação industrial da Amazônia e seu impacto sistêmico sobre a economia brasileira

O país precisa compreender com precisão técnica e visão de longo prazo que a vocação industrial da Amazônia serve ao interesse nacional, ao equilíbrio macroeconômico e à consolidação de uma estratégia de desenvolvimento compatível com as transições tecnológica, energética e climática em curso

O Brasil que dá certo começa pela Amazônia

À frente da Suframa, Bosco Saraiva recuperou a autoridade técnica da autarquia, resgatou convergências com o governo federal e devolveu previsibilidade às empresas que sustentam o parque fabril.

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