O fator decisivo para o sucesso dessa transição energética foi a queda expressiva no custo da energia eólica, impulsionada por avanços tecnológicos e pelo aumento da produção em escala no país.
O Brasil encontra-se diante de uma encruzilhada moral, ambiental e civilizatória. Escolher explorar petróleo na foz do Amazonas em nome de uma suposta “segurança energética” significa negar a ciência, comprometer a integridade de um dos ecossistemas mais sensíveis do planeta e perpetuar um modelo de desenvolvimento que já provou ser insustentável.
O futuro da transição energética na Amazônia é um futuro de parcerias, de escuta ativa das comunidades e de uso estratégico da tecnologia. A floresta em pé pode – e deve – ser também uma fonte de energia limpa e de prosperidade para o Brasil. O ESG não pode ser apenas um discurso: ele precisa iluminar caminhos, literalmente.