O desafio agora é transformar a bioeconomia em uma realidade concreta, rompendo com a mentalidade extrativista de curto prazo e estruturando um modelo sustentável, baseado no conhecimento e na tecnologia.
O superintendente Bosco Saraiva ressalta que a necessidade de modernização da Zona Franca de Manaus ocorre em um cenário global em transformação, impulsionado por eleições em países como Estados Unidos, Argentina, Venezuela e Alemanha.
Estudo aponta que a falta de conexões mais fortes entre setores impede a otimização de investimentos e o alcance de resultados mais eficazes na bioeconomia amazônica.
O CIEAM, como representante do Polo Industrial de Manaus (PIM), acompanha de perto essa transformação e defende que a bioeconomia e a inovação tecnológica sejam parte da estratégia de desenvolvimento do Brasil. Nossa Zona Franca de Manaus (ZFM), muitas vezes questionada por aqueles que desconhecem sua importância estratégica para a conservação da Amazônia, já é um case de ESG em sua essência, pois concilia produção industrial com a preservação da floresta em pé.