Atualmente, cerca de 600 desses dispositivos operam em sete países, protegendo aproximadamente 726 mil hectares de florestas com a tecnologia inovadora, incluindo áreas no Brasil.
A nova tecnologia utiliza inteligência artificial para analisar rapidamente imagens de satélite das áreas com incêndios florestais e comparar com registros anteriores do mesmo local.
Essa técnica substitui substâncias tóxicas e torna a energia solar ainda mais sustentável, pois permite a reciclagem limpa das células, sem prejudicar o meio ambiente.
O uso do hidrogênio verde para fortalecer a transição energética no setor naval é essencial para enfrentar a crise climática, visto que o setor responde por quase 3% das emissões globais de CO₂.
Cientistas descobrem que o aumento da concentração de CO₂ causado pelas mudanças climáticas pode comprometer a capacidade da atmosfera de eliminar detritos, prolongando sua permanência em órbita e elevando o risco de colisões dos satélites.
A radiação gama ambiente presente em pontos de lixo nuclear pode ser capturada para gerar uma saída elétrica suficiente para alimentar microeletrônicos, como microchips.