O superintendente Bosco Saraiva ressalta que a necessidade de modernização da Zona Franca de Manaus ocorre em um cenário global em transformação, impulsionado por eleições em países como Estados Unidos, Argentina, Venezuela e Alemanha.
O líder da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Bosco Saraiva, defendeu que o polo industrial do Amazonas precisa investir em modernização tecnológica para se manter competitivo no mercado global, especialmente em um cenário de mudanças no cenário político e comercial global.
“Nós só vamos competir com México e Índia se evoluirmos tecnologicamente. Essa é a nossa briga”, destacou Saraiva a jornalistas do G6, um grupo de sites do Amazonas, na manhã da última terça (25). Ele enfatiza que essa transformação é inevitável e urgente para o futuro da ZFM.

Saraiva ressaltou que a necessidade de modernização ocorre em um cenário global em transformação, impulsionado por eleições em países como Estados Unidos, Argentina, Venezuela e Alemanha.
Ele destaca o impacto da volta de Donald Trump, que, em seu primeiro governo (2017-2021), adotou uma postura conflituosa com parceiros comerciais importantes, como México, Colômbia, China e Brasil, impondo taxações elevadas sobre produtos importados pelos EUA. Para o superintendente, essa estratégia não é novidade e pode afetar as relações comerciais internacionais, reforçando a urgência da Zona Franca em evoluir tecnologicamente para se manter competitiva.

