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"Levantamento da Abraciclo mostra que o Polo de Manaus amplia sua participação na mobilidade elétrica, com as bicicletas elétricas já respondendo por 21% da...
"Edição do Diálogos Amazônicos reúne representantes do governo, academia e setor privado para debater os caminhos da nova economia verde amazônica"
Instituído pelo governo federal...
Produção de bicicletas no PIM supera 32 mil unidades em março e sinaliza retomada com mudança estrutural de demanda
Avanço das elétricas e recomposição do...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.