“Ao reconhecer e destacar as boas práticas e iniciativas sustentáveis, celebramos não apenas o Dia da Amazônia e do Amazonas, mas também os esforços contínuos de alguns para manter esse ecossistema vital para as gerações presentes e aquelas que virão”.
Em 1998, iniciamos a construção do CBA, Centro de Biotecnologia da Amazônia, com os recursos das empresas pagos à Suframa. 22 anos depois, com investimentos de US$120 mi, ainda não temos CNPJ, que nos permitiria inaugurar o polo de Bioeconomia. Com ele, em 10 anos, dizem os especialistas, estaríamos produzindo e exportando produtos da biodiversidade amazônica dentro do parâmetro de sustentabilidade que usamos há meio século para gerar empregos e proteger a floresta. Bioeconomia supõe manter a floresta em pé com os recursos da Ciência e Tecnologia, com os quais produziremos em laboratório os itens que a humanidade precisa
Fomento do Setor de Duas Rodas, fortalecimento da bicicleta e da motocicleta na mobilidade, ações voltadas para a segurança no trânsito e desenvolvimento do...
Com o agravamento da pandemia e a falta de insumos, fabricantes têm dificuldade para atender à demanda.
Bicicleta elétrica ganha espaço, com aumento na produção...
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos