"REFORMA TRIBUTÁRIA AO AMAZONAS | Ex-superintendente da SUFRAMA avalia os impactos das novas regras sobre a economia amazonense"
ENTREVISTA BrasilAmazoniaAgora - Com Alfredo Lopes
Em meio...
"Se a Amazônia souber transformar guaraína em evidência e evidência em produto, não estaremos falando apenas de shampoo ou tônico. Estaremos falando de um...
"O Brasil Amazônia Agora reafirma que a prosperidade do Amazonas depende da floresta em pé e da economia sustentável, em oposição a retrocessos ambientais...
"A Reforma Tributária, embora tenha tentado preservar mais amplamente a ZFM, não atingiu o objetivo em sua plenitude, deixando vulnerável a produção industrial em Manaus ao longo das próximas décadas. Existem empresas no PIM que estrategicamente mantêm plantas fora da ZFM por falta de confiança no regramento brasileiro, para as quais possam migrar mais rapidamente se o cenário de vantagens fiscais do PIM se modificar. Nem duas BR 319 vão impedir a decisão"
A Autarquia Suframa destacou neste sábado (9) os atrativos da Zona Franca de Manaus (ZFM) para investidores chineses em um seminário de cooperação econômica...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.