Os povos indígenas viveram na Floresta Amazônica por milênios "sem causar perdas ou distúrbios detectáveis de espécies". concluiu um estudo publicado na revista PNAS.
Luiz Bevilacqua – tenho o prazer de conhecer esse brasileiro. Não há medidas para sua contribuição à organização da Ciência brasileira. Veja suas ideias...
“O objetivo do relatório é dar uma visão ampla de que há um setor que precisa ser estudado e que precisa de transparência”, afirma à DW Joana Faggin, principal autora do estudo, sobre a contribuição indireta da indústria automotiva para o desmatamento. “Atualmente, nenhuma montadora consegue provar que não está envolvida nisso”, complementa.
Voltado especialmente a micro e pequenos empreendedores, abrangendo também negócios comunitários, documento do Escolhas explica os principais conceitos da Lei e o passo a passo do cadastro de pesquisas e produtos
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.