"Todos contribuíram de forma efetiva para o destravando de um processo que estava em andamento há 15 anos e estabelece um novo marco na economia do estado."
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deslocou, nesta sexta-feira (5), uma equipe composta por cinco veterinários especializados na...
O Amazonas, coração verde do Brasil e pulmão do planeta, enfrenta um cenário alarmante de queimadas, com números recordes neste mês de setembro, lançando...
Em meio a reuniões de alta magnitude como os Diálogos Amazônicos e a Cúpula da Amazônia, que recentemente convocaram líderes e ambientalistas em Belém...
O grupo de empresários do agronegócio brasileiro que foi à China na semana passada numa comitiva organizada pelo governo federal incluiu representantes de companhias...
A juíza Mara Elisa Andrade, da 7ª Vara Ambiental e Agrária da Justiça Federal do Amazonas, suspendeu, em caráter liminar, licença de instalação concedida...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.