Estamos às vésperas de iniciar um novo programa de desenvolvimento da Amazônia baseado em tecnologia. Isso começou a ser pensado há 30 anos, logo depois da Conferência da ONU, sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ocorrida no Rio de Janeiro, a ECO-92. Naquela ocasião, o governador do Amazonas, Gilberto Mestrinho, zarpou para Boston, a fim de formatar uma parceria entre o MIT, Massachusetts Institute of Technology e as universidades locais, UFAM e UTAM, atualmente, UEA. O objeto desse enlace era injetar uma dose cavalar de tecnologia nas veias abertas da Amazônia.
Não deu certo. Hoje, três décadas depois, para falar de futuro, conversamos com o professor Estevão Monteiro de Paula, que é um entusiasta dessa iniciativa desde sua formação acadêmica na América do Norte, onde fez PhD em Engenharia pela Universidade do Tennessee, e atualmente é um dos responsáveis pelo projeto do AmIT, Instituto de Tecnologia da Amazônia, com Adalberto Val e Carlos Nobre, entre outros pesquisadores da Pan Amazônia. Neste bate-papo, Estevão conta alguns detalhes desse empreendimento que pretende gerenciar o desenvolvimento socioeconômico sustentável da Amazônia continental com as ferramentas da Ciência, Tecnologia e Inovação. Confira.
Cientista mundialmente reconhecido, ex-presidente do INPE exonerado por Ricardo Salles, Ricardo Galvão comandará no novo governo a principal agência de pesquisa científica do Brasil.
Desde 2018, produto tem selo de indicação geográfica
Por Ana Graziela Aguiar e Carina Dourado -Agência Brasil
No coração da Amazônia, está a cidade de Maués,...