Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.
“A pauta da 321ª reunião reúne sinais concretos de adensamento produtivo, diversificação tecnológica e aproximação com cadeias amazônicas. A interiorização, porém, continua dependendo de...
Os efeitos interestaduais da Zona Franca começam a entrar na conta
Depois de examinar a comida que percorre milhares de quilômetros para abastecer o Amazonas,...
O primeiro leilão nacional de sistemas de armazenamento marca uma nova etapa da transição energética brasileira. Depois de construir uma das matrizes elétricas mais...
A Amazônia desenvolveu, ao longo de séculos, uma tecnologia social baseada na cooperação para enfrentar desafios complexos. Talvez tenha chegado o momento de levar...
A sucessão de investidas contra a Zona Franca de Manaus revela a dificuldade histórica do país em reconhecer o desenvolvimento regional como política de...