Da travessia pioneira de 1977 à consolidação como eixo logístico nacional, a história da família Di Gregorio revela como infraestrutura, resiliência e visão estratégica...
A intensificação das secas na Amazônia, com impactos diretos sobre a navegação e o abastecimento, expõe a fragilidade logística da região e recoloca a BR-319 no centro de uma agenda que envolve soberania, cidadania e segurança estratégica.
Há uma ideia que se consolidou. A de que é possível produzir na Amazônia com escala, qualidade e relevância nacional. E que, quando isso acontece, a indústria deixa de ser apenas economia. Passa a ser projeto de país.
O Amazonas já possui ativos relevantes. Um polo industrial consolidado, uma base científica respeitável, um capital natural único. O que falta é a infraestrutura capaz de integrar esses elementos em um sistema funcional.
A Amazônia deixaria então de exportar apenas matéria-prima e passaria a exportar conhecimento incorporado em produtos.
O debate sobre o futuro da Amazônia voltou à...